
Hoje a produção de um livro está muito mais fácil do que alguns anos atrás, com ajuda de aplicativos pode-se obter bons resultados, porém a ajuda de um profissional pode fazer a diferença na qualidade do produto do final.
É imprescindível saber, antes de sair procurando um profissional para elaborar a capa ideal para sua história, é o conteúdo, a qualidade textual agregada à sua criatividade que garantirá a continuidade da venda dos seu livros. A capa é somente o atrativo de primeira viagem, paixão à primeira vista, é somente um dos elementos capazes de impulsionar suas vendas, por um determinado momento.
Refletindo sobre a imagem de capa, é possível em certo aspecto, analisar a objetividade/subjetividade pela qual ela se propõe representar, que tipo de informação está chegando ao leitor quando a vê num site, numa livraria, em propagandas, cartazes, banners e afins… Quando temos uma sociedade voltada à tecnologia é fácil compreender a questão visual, basta pensar minimamente sobre a enxurrada de imagens e vídeos que recebemos todos os dias através das redes sociais, sites, panfletos nas ruas, cartazes, outdoors. Quando a mensagem já esta impressa de forma direta na imagem, como uma propaganda, ou para ilustrar uma matéria de jornal e/ou agregar a consolidação desta informação, a preocupação está ligada à objetividade, pois hoje a maioria das informações circula rapidamente. A imagem e subjetividade
No caso de um livro, a procura é para encontrar uma imagem capaz de ilustrar toda a história, capaz de provocar e instigar o leitor no primeiro contato. No entanto, pode acontecer de ficarmos encantados com uma que não está de acordo à ótica do capista, isto é, o que ele acredita profissionalmente ser mais interessante para sua obra, não está dentro do seu gosto, ou ser mais subjetiva do que objetiva. Um exemplo claro é a antologia “A margem da Sanidade”, clique no título para ver a resenha ou o canal da Ju Oliveira. Alguns comentários trouxeram à reflexão, indagações sobre o tipo de mensagem que a capa está passando ao leitor.

Nem sempre nossas percepções sobre a imagem de um livro são iguais. A antologia “À margem da Sanidade” teve ótimos retornos sobre a capa e sobre o conteúdo, todos amaram. Mas para alguns, conclui-se, a imaginação criada pela imagem não era necessariamente a esperada no conteúdo, embora todos soubessem de antemão o gênero da antologia. Assim sendo, criar várias opções pode ser uma boa maneira de chegar a um consenso. O mercado e custo Você deve ponderar que hoje o mercado está cheio de profissionais com múltiplas interpretações sobre uma mesma história, assim como a variedade de preços também pode ser absurda entre eles. Deve analisar todos esses fatores, pois o valor de capa do seu livro pode aumentar consideravelmente os custos na primeira tiragem. Uma pesquisa na internet sobre o gênero literário do seu interesse, pode abrir horizontes sobre a escolha de uma capa e juntar à experiência do profissional, a fim de que o resultado possa satisfazer a ambos e posteriormente o leitor. A capa e o leitor.
O disco de cores complementares é uma referência universal para os designers. Com algumas informações do seu livro é possível elaborar as cores referente à capa. O importante é saber qual tipo de público você deseja atingir com o assunto do seu livro. Cada cor desempenha um papel importante na elaboração da capa e acaba exercendo emoções referentes à experiência passada, os gostos, as religiões e as nacionalidades. Concluindo, a capa é um poderoso marketing visual do seu livro que deve estar aliada à boa qualidade do texto (revisão) e diagramação, para garantir que a experiência dos leitores seja a melhor possível.